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Bons negócios nascem da aliança entre empresas e universidades

Garnde artigo do Reilly Rangel, ele sabe do que está falando! Reilly é sócio de uma das maiores empresas de TI de Goiás, e participante ativo da Comunidade Tecnológica de Goiás (COMTEC).

Uma pena que no Brasil estas parceiras ainda sejam incipientes (salvo algumas exceções) o que impede muitas vezes de antigirmos graus de excelência na produção cientifica nacional…

Bons negócios nascem da aliança entre empresas e universidades

Nenhum outro caminho é tão sonhado por pesquisadores como o das universidades. Nas academias há um ambiente propício às descobertas e às invenções. Existe uma valorização a iniciativa da pesquisa científica, com foco na inovação constante.

Neste contexto, muitas das mentes extraordinárias estão nas universidades. Nos centros de pesquisas elas desenvolvem seu potencial e dedicam-se à busca de soluções e respostas que tragam benefícios para sociedade.

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Como criar e montar um Plano de Negócios

Vale a pena dar uma olhada!!

Parabéns Gustavo!

Como criar e montar um Plano de Negócios – Parte 1

Este é o primeiro post da série especial “Como montar um plano de negócios” do blog Sobre Administração. Seu objetivo é explicar passo-a-passo como planejar e montar um plano de negócios de forma clara e objetiva. Ajudando você a ter sucesso em seu novo negócio.

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Crise? Crie $! – texto do primeiro número do “AGREGUE UMA NOVA IDEIA”

Mais uma vez depois de longo e tenebroso inverno estou de volta, assombrado pela crise mundial e pelo encontro de Obama com Lula…

Falando em crise, segue um texto inteligente de um comparsa, que de uma maneira singela procura nos animar ou pelo menos mostrar o caminho que o Nizan nos ensina: “enquanto alguns choram, outros vendem lenços”.

O texto faz parte da newsletter que a empresa dele IDEA Consultoria envia para seus clientes em parceria com a Agregar Gestão de Pessoas.

Segue o texto:

Crise? Crie $!

Por Eduardo Mesquita

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Costumo perguntar para as pessoas que assistem aos meus treinamentos e palestras: qual a crise mais antiga que conseguem se lembrar? Alguns falam do confisco da poupança de Collor, outros falam da seleção de 82, alguns ainda lembram-se de 1929, outros ainda falam das guerras mundiais.

Mas a crise mais antiga que sempre me recordo diz respeito a uma dupla que foi morar em um domicílio cheio de regras. Infelizmente um dos “sócios” quebrou uma das regras e levou o parceiro a quebrar também, pois foram expulsos do imóvel debaixo de broncas eternas e uma espada flamejante.

Já identificou? Adão e Eva é a crise mais antiga que consigo imaginar, muito antes de dinos pela terra ou dinheiro circulante, e mesmo sendo uma crise tão antiga, ainda assim sobrevivemos. Ainda assim perseveramos. Não sumimos como os dodôs (Raphus Cucullatos) e os T-rex (Tyrannosaurus rex).

O que se tira disso é que crise não quebra nem nunca quebrou ninguém. O que quebra empresas não é a crise, é a resistência à mudança. O que a crise faz é mudar as regras do jogo, jogo esse que muitas vezes já está acomodado, morno, sem graça, e a crise vem sacudir essas certezas.

Nizan Guanaes, o publicitário baiano, disse que “enquanto alguns choram, outros vendem lenços”, o que acho uma imagem perfeita para definir essas tais crises. Num jogo como o mercado, é impossível todo mundo perder, consequentemente alguém tem que ganhar.

Sim, estamos vivendo tempos atribulados, de crise, demissões, quebras e falências; e agora é a hora de ousar. Agora é a hora de inovar nas lideranças das equipes, hora de criar novas estratégias comerciais para atrair os clientes, produzir novas formas de motivação e relacionamento com as equipes para reter os talentos e preparar as velas para quando o vento soprar novamente.

Chorar e esperar a crise passar é uma ótima receita para a extinção. Então se todo mundo tem certeza que em tempos de crise precisamos cortar algo, corte o S de crise, de cima abaixo, e CRIE $!!

Fonte: Blog da Idea Consultoria

Para ler mais do que o Eduardo escreve visite: O Grito do Inimigo

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A empresa que aprende

Paulo Alexandre

O mundo dos negócios vive hoje um dinamismo nunca visto e imaginado antes.  É cada vez mais latente nas organizações, a necessidade de se autoconhecer e conhecer o ambiente a que estão sujeitas, para que venham a ter competitividade e se tornem líderes nos seus segmentos de atuação.

O conhecimento, ou seja, o aprendizado organizacional está se tornando um diferencial estratégico para as organizações.  Levou 300 anos para que o conhecimento dobrasse pela primeira vez.  Depois que isso ocorreu, o conhecimento dobra a cada 5 anos.  As “Learning organizations” ,como são chamadas as empresa que aprendem, já começam a colher frutos de seu diferencial estratégico.  Na pesquisa “Inovação e Competitividade nas MPE” realizada pelo SEBRAE/SP, ficou constatado que a empresa que aprende, ou seja, faz a gestão do seu conhecimento, produz 35% mais que a empresa classificada como não inovadora, ou seja, aquela que não faz a gestão do conhecimento, que não aprende.  A empresa que aprende, segundo a pesquisa, fatura 26% mais que a empresa que não aprende e tem um ganho de produtividade por empregado da ordem de 26%.

O grande diferencial das chamadas “Learning Organizations” é que ela faz a gestão do seu conhecimento.  Ela tem o conhecimento do seu negócio explicitado, ou seja, o conhecimento não está nas pessoas e sim na organização.  Algumas características são reconhecidas neste tipo de organização.  São elas: pessoas entram e saem das equipes e o conhecimento fica, não vai embora com as pessoas; os membros compartilham o conhecimento adquiridos por eles; quando um membro de um time deixa o time, os outros mantém o conhecimento; ocorre a troca de valor entre a equipe.

Como diz o ditado tempo é dinheiro, um organização não pode se dar ao luxo de perder tempo com desperdícios no treinamento de um novo colaborador que está entrando no seu time, por exemplo.  E esse desperdício só será eliminado a partir do momento que a empresa tiver seu conhecimento explicitado através da disponibilização de seus processos.

Sobre o Autor:

Paulo Alexandre – Editor do blog Gestão do Conhecimento. Consultor de negócios especializado em mapeamento de processos organizacionais e implantação de projetos de gestão do conhecimento, consultor credenciado  junto ao Instituto internacional de Integração de Sistemas – IIISIS,  para aplicar metodologia P3Tech, tecnologia esta responsável pelo mapeamento de toda inteligência de um negócio; assistente da Unidade de Gestão Orçamentária do SEBRAE/DF.

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A Fronteira do Sucesso

Por Eduardo Buys, do Blog do Varejo

Sempre, em palestras e seminários de negócios, ficam perguntas no ar, girando em torno da fórmula do sucesso. Todos gostariam que houvesse uma receita infalível para aplicar, para trazer os resultados significativos, impactantes para o sucesso e felicidade em seus negócios.

Mas, por maior e mais unânime que sejam estas aspirações, infelizmente isto não existe, não passa de um sonho. E quem se jactar desta vantagem, de ser dono de receituário de negócios infalíveis, estará fazendo outros de bobo, contando histórias da carochinha. Por mais que haja público – e como há gente disposta a ouvir o que gostaria que fosse verdade – não será a existência de platéia que vai dar valor ao ‘ouro de tolo’.

Já que não há atalhos para o sucesso, é imperativo que os candidatos a empreendedor se preparem pessoalmente para as suas empreitadas. Que procurem cursos técnicos em assuntos pontuais ou genéricos, buscando instrumentos de gestão que serão requeridos na condução de seus negócios. Hoje existem agências governamentais e empresas privadas, que podem respaldar escolhas para os novos negócios e ajudam a aprimorar a gestão daqueles já existentes.

Todo este processo deve anteceder a implantação do empreendimento, favorecendo a criação de um ambiente propício para gestação de idéias, na busca do negócio mais adequado. Uma vez escolhido o negócio e estudado o seu ‘expertise’, já com um mínimo indispensável de bagagem de instrumentação, é hora de aprofundar o estudo de mercado, a busca do ponto e, posteriormente, a montagem de equipe. Com todas estas ações planificadas em um Plano de Negócios, além das metas e do planejamento para alcançá-las, têm-se os meios corretos para o estudo da viabilidade econômica financeira do negócio.

Para aqueles que já superaram esta primeira fase, do nascimento do negócio próprio – parabéns, pois, no Brasil, nem metade completa o segundo ano de vida – muitas vezes a rentabilidade é baixa, como se fala da troca de figurinhas, ou o proprietário não pode se afastar um só segundo do balcão, de seu comércio. Seu sonho dourado era tornar-se um empresário, mas transformou-se num escravo de seu próprio negócio, um ‘ empresidiário’.

O remédio para esta situação tão corriqueira também não tem receita mágica, da mesma forma que acima. A regra é: não há solução fácil para problema complexo. Se houvesse, o problema automaticamente não seria difícil. Na vida real só os mágicos ganham dinheiro tirando coelhos de suas cartolas. Vejamos o que dizem especialistas como o Professor André Dametto(*), em recente artigo no portal HSM: ” Existe uma linha, uma fronteira entre os empresários centralizadores, que constroem um empreendimento onde eles são a única cabeça pensante, e aqueles outros empresários que conseguem criar uma estrutura pensante abaixo deles, com pessoas que tomam decisões e vêem o negócio como seu também”.

Quem tem negócio próprio sabe como é difícil ter esta percepção e encarar uma postura diferente. O primeiro obstáculo é a falta de tempo, todo investido na atividade fim do negócio. Outro problema é assumir, na folha de pagamentos de empresas bem pequenas e enxutas, pessoal de gabarito suficiente com salário baixo. Será importante regar a árvore desde seus primórdios, lá da semente, num investimento de médio ou longo prazo, muito mais de tempo de doação do que de dinheiro propriamente dito.

Como plantando tudo dá, dito que se encaixa perfeitamente no mundo dos negócios, avancemos mais, bem acompanhados, novamente com o Professor André Dametto(*), que diz : “O pequeno empresário ou gerente é o que administra, gerencia diretamente uma operação. A partir do momento em que ele identifica, prepara e delega essa função de gerenciamento para alguém que também tenha a aptidão de formar pessoas, está cruzando a linha que separa o pequeno do grande gestor. Esse é o processo que transforma pequenas em grandes organizações e supervisores iniciantes em diretores de grandes divisões nas empresas”.

Pronto, é como descobrir a pólvora, o momento em que o proprietário percebe que consegue replicar sem negócio sem necessariamente dobrar sua carga horária. De quantos já não ouvimos que o dia só tem 24 horas, que só têm dois braços e duas pernas, que são um só? Quantos disparates, parecendo um verdadeiro muro de lamentações. A realidade é que um general terá tanto pares de pernas quantos soldados seguirem as suas ordens. A força do conjunto é o que está à disposição dos líderes, que podem fazer mais por menos. É a sinergia do grupo que dá a medida de sua força. É a liderança que controla toda esta energia. No momento em que um empreendimento tem mais do que um nível de liderança, pode-se esperar mais resultado deste grupo.

Nada do que foi mostrado até agora são fórmulas prontas, mas, sim, componentes de uma operação exitosa. É como se fossem os ingredientes do sucesso. Acumular os ingredientes necessários, misturar tudo com a força do trabalho, temperar o empreendimento com o máximo de entusiasmo e servir ao Cliente com comprometimento e excelência já é chegar à metade do caminho. Transformar sonhos em metas, e planejar o passo a passo desta caminhada, sem desviar a atenção para as tais soluções mágicas, completa o quadro de um empreendedor de sucesso.

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Setor de serviços é o preferido

A maioria das empresas que nasceram em 2007 no Brasil concentrou suas atividades nos serviços prestados aos consumidores. O setor de serviços teve uma queda em 2006 e posterior recuperação em 2007 (54,1%). Esse dado foi constatado pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM 2007), estudo que mede as taxas do empreendedorismo mundial, divulgado, nesta quarta-feira (19), em São Paulo.

Dentro dos serviços prestados nessa categoria, a maioria está relacionada à comercialização de alimentos e roupas no varejo. Esse tipo de atividade cresceu 36% de 2006 a 2007. Outras atividades também contribuíram para o crescimento das atividades de serviços em 2007: bares e lanchonetes (56%) e tratamentos de estética e beleza (66%). A preferência por essas atividades se dá, na sua maioria, pela possibilidade do uso de ferramentas computacionais, que agilizam o processo e geram maior produtividade. Nesse mesmo período, outras atividades tiveram perdas consideráveis, como prestação de serviços de reparação de escritório e informática (59%).

Outro setor que cresceu em 2007 nos estados brasileiros foi o de transformação (29,7%), com exceção para: Rio de Janeiro, crescimento de apenas 2,1%, devido ao fraco desempenho das indústrias de borracha e plástico, perfumaria e produtos de limpeza e metalurgia básica; e Rio Grande do Sul, com 4,2%, em razão do baixo desempenho da indústria de máquinas e equipamentos, peças e acessórios e produtos de metais vinculados ao setor agrícola, além da indústria química. O comportamento dessas atividades no setor de transformação influencia o grau de atração por novos negócios.

A pesquisa GEM 2007 demonstra também que os empreendedores iniciais dentro desses setores empreendem mais por oportunidade do que por necessidade nos serviços orientados aos consumidores, 3,7% e 2,9%, respectivamente; setor de transformação, 2,1% e 1,5%; e serviços orientados às empresas 1,1% e 0,6%. A exceção foi o setor extrativista no qual a maior motivação foi por necessidade (0,2%) e 0,1%, por oportunidade.

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Administradores são contra o fim da demissão sem justa causa

70% se dizem contra à proposta de impedir empregador de demitir empregado sem justa causa

O Portal Administradores, principal veículo on-line voltado à Administração de Empresas & Negócios, realizou, no último mês, uma enquete para avaliar a opinião de seus usuários sobre a proposta de ratificação das convenções 151 e 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que visa impedir o empregador de demitir o empregado sem justa causa.

Os resultados da enquete demonstram que os administradores estão preocupados com a possibilidade de êxito da proposta.

46% dos participantes se dizem totalmente contra, enquanto 23% são contra a proposta. Dos que apresentam opinião contrária, 15% se dizem a favor e apenas 13% são totalmente a favor. 4% dos participantes são indiferentes.

A questão gerou polêmica e foi discutida pelos usuários na comunidade de Administração do portal (www.administradores.com.br/comunidades). Para o administrador João Luiz Moser, uma das conseqüências imediatas será uma diminuição no profissionalismo das organizações: “aqueles que não têm a mínima vontade de trabalhar terão seus diretos garantidos e não poderão ser demitidos“, prevê.

Para a advogada trabalhista Anna Vita Vieira, o fim da demissão sem justa causa significaria o fim da autonomia do empregador ante o seu próprio negócio, um retrocesso para o desenvolvimento empresarial brasileiro. “Provar que um empregado foi despedido por justa causa é quase impossível com a nossa legislação trabalhista, pois o ônus da prova é sempre do empregador e os percalços são infinitos, pois as provas sempre serão contestadas e colocadas em xeque“, comenta Anna. “Ao impor o fim da demissão sem justa causa, ao invés de coibir as despedidas e demissões sem fundamento, inibe-se a contratação de mais empregados, a diminuição do investimento de grandes empresas em nosso país, e, conseqüentemente, o aumento do desemprego e do trabalho informal“, conclui.

4138 pessoas participaram da enquete. Segundo o administrador Leandro Vieira, editor do www.administradores.com.br, trata-se de uma amostra muito significante, onde aproximadamente 70% dos votantes são contra a proposta do Presidente Lula. Levando em consideração que o perfil dos participantes da enquete é formado por pessoas com amplos conhecimentos em administração de empresas e sobre o dia-a-dia das organizações, a proposta de acabar com a demissão sem justa causa representa um grande risco para o nosso país.

Fonte: Portal Administradores

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Pequenas idéias que geram valor

Por Gustavo Periard

“O futuro não pode ser conhecido. A única coisa certa a respeito dele é que será diferente de hoje, ao invés de uma continuação. Mas o futuro ainda não nasceu, nem está formado e é indeterminado. Ele pode ser moldado por ações intencionais.” (Peter Drucker)

Um dia, toda grande idéia foi uma idéia pequena e desacreditada. As idéias que dão certo dão ao seu “dono”, na maioria das vezes, uma certa vantagem competitiva em relação a seus concorrentes e abre caminho para uma escalada rumo a um futuro melhor para as pequenas empresas.

Estas grandes idéias, na maioria das vezes, surgem nos momentos mais inesperados, são os famosos insights – aqueles “estalos” que sempre aparecem quando menos esperamos. Eu aposto com você que muitas vezes já teve um desses e pensou “ah que nada, isso nunca vai dar certo?!”, e, com certeza, perdeu uma ótima oportunidade de criar algo novo para você ou sua empresa, ou de salvar algo que não esteja bem das pernas e etc. Este pensamento preguiçoso e pessimista sempre impede o progresso das empresas, em especial as pequenas, no mundo dos negócios.

Algumas idéias nem sempre são fáceis de serem implementadas, exigindo um pouco mais de coragem e ousadia de gestores e profissionais da área em questão.

O sempre espetacular Peter Drucker em “Profissão de Administrador”, no tópico “O grande poder de pequenas idéias”, discute este tema e faz a seguinte observação:

Fazer o futuro requer coragem. Requer trabalho, mas também requer fé. Comprometer-se com o oportuno simplesmente não é prático. Não será suficiente para os esforços que estão à frente. Porque nenhuma idéia é perfeitamente segura – nem deve ser. Não ousando assumir o risco de fazer com que o novo aconteça, a gerência assume, por omissão, o risco maior de ser surpreendida pelo que irá acontecer. Este é um risco que nem mesmo a empresa maior e mais rica pode se dar ao luxo de assumir. E é um risco que nem mesmo a menor da empresas precisa assumir”.

Ou seja, ter idéias é inovar e aplicá-las é ousar. Mas atenção, tome muito cuidado!!! Ousar é importante sim, mas sempre buscando o melhor para sua empresa, analisando muito bem a idéia, trabalhando-a e implementando-a com segurança, segundo suas necessidades e limitações. Não se pode por tudo a perder por achar que algo dará sempre certo. È preciso ter bom senso!!

E aliando este bom senso a boas idéias você estará pronto para criar, inovar, ousar e ter muito sucesso no que faz. Busque sempre o melhor, não se acomode com a atual situação de sua empresa, vá além! E a partir de agora, fique bem atento aos seus insights, eles ainda vão te salvar um dia!!!

Sobre o Autor:

Gustavo Periard é Estudante de Administração na UFF – Universidade Federal Fluminense – RJ, e editor do Blog Sobre Administração.

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Recém formados: Empreender ou trabalhar para terceiros?

Por Gustavo Periard

Como disse um amigo meu, estes são dois temas muito instigantes e importantes. Que valem à pena serem estudados, ou pelo menos analisados com um pouco mais de atenção. Já que é a grande dúvida que ronda a cabeça de dez entre dez recém formados, sejam eles de administração ou não, se arriscar em um próprio negócio, com todos os riscos, desafios e emoções ou trabalhar para terceiros, podendo (ou não!) ter o merecido reconhecimento depois de anos de serviços prestados.

É realmente uma dúvida difícil. Mas não se pode esquecer que um não é delimitador para o outro. É preciso enfrentar o fato de que: A maioria das pessoas não é empreendedora, uma pequena parcela apenas é empreendedora e desta, apenas uma parcela ainda menor realiza bem suas tarefas.

Para ser empreendedor você precisa ter um sonho, seja ele criar um novo produto, ou serviço, ou até mesmo criar novas formas de organização. Precisa querer realmente realizar este sonho, tomar iniciativas, criar oportunidades assumir riscos (isso mesmo, e não são poucos não!) e principalmente inovar, inovar sempre! E precisa, preferencialmente, ter nascido com aquele “algo mais” que torna tudo mais apaixonante e prazeroso. Tudo isso aliado a muita persistência e obstinação trarão o tão almejado sucesso em sua vida profissional e consequentemente pessoal.

Agora, se não é um empreendedor nato e trabalhas somente para ter (ter dinheiro, ter bens…) então é melhor trabalhar para terceiros e de preferência, por um bom salário. Não há nenhum mal trabalhar para terceiros. Se não tens um projeto claro de vida, se não tens um projeto de carreira outros têm para ti. Agora, se queres desenvolver a tua carreira, o teu projeto de vida, o teu sonho, então poderás ser um empreendedor, mas lembre-se de que antes da tua empresa, antes do teu negócio, deves ser um bom empreendedor de ti mesmo.

Depois disso, consegues realizar o teu empreendimento (leia-se sonho) e aí, o dinheiro é pura conseqüência de todo teu esforço.

Boa sorte em sua escolha (ela também é fundamental) e muito sucesso!!

Sobre o Autor:

Gustavo Periard é Estudante de Administração na UFF – Universidade Federal Fluminense – RJ, e editor do Blog Sobre Administração.

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E-mail: Levando a agilidade a sério

Por Gabriel Galvão

Recentemente, fiz uma pesquisa com hotéis e pousadas de uma das capitais do nordeste, pois é lá que pretendo passar meu final de ano. Aliás, recomendo, para os que desejam vir para o nordeste para o reveillon ou no começo de janeiro, que começem agora a pesquisar, pois existem poucas vagas.

Fiz tudo por e-mail. Entrei num site que reune um monte de pousadas e hotéis, listei as melhores opções e mandei mensagens para todas. Uma pequena parte me respondeu no mesmo dia, a metade respondeu com um dia de demora e os outros vieram em dois e três dias depois. Acho que ainda receberei e-mails sobre isso na semana que vem.

Praticamente já fechei negócio. Acertei com uma pousada que me mandou resposta no mesmo dia, das poucas que souberam usar corretamente o e-mail como recurso empresarial. Acontece que, depois que escolhi a pousada em questão, dias depois vieram proposta de outras hospedarias que ofereciam preços um pouco mais baixos. Dei prioridade à que primeiro respondeu, não somente por que é uma boa relação custo-benefício, mas também por valorizar a prontidão que foi demonstrada.

Infelizmente, poucas empresas consideram o e-mail como ferramenta de trabalho. Usam apenas como um MSN mais demorado. Ignoram que esse recurso pode e deve ser trabalhado de forma a aprimorar a comunicação com os clientes.

Em uma palestra, um consultor informou que o tempo de resposta esperado por uma pessoa para o e-mail é de, no máximo, 5 minutos. Acontece que tem gente que reserva um horário específico para leitura das mensagens. Só que, ao mesmo tempo que é cômodo abrir os e-mails e mandar as respostas todas de um vez, perde-se agilidade quando o assunto das mensagens é urgente, tal qual uma pesquisa de preços de diárias para o serviço de hotelaria. Uma decisão que tenha que ser tomada de imediato fica para mais tarde, ou mesmo para o outro dia, protelando a correta gestão.

Ler e-mails de trabalho, ao meu ver, é uma tarefa um tanto chata. Mas, para empresas que se comprometem a fornecer o endereço de e-mail aos clientes, para que eles tenham um canal rápido de comunicação com ela, devem também criar a consciência de que as mensagens recebidas têm prioridade 1!

Sobre o Autor:

Gabriel Galvão – Editor do blog Administrando, estudante de administração com habilitação em marketing, em Recife/PE.

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